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29 de setembro de 2011
28 de setembro de 2011
Musicas para bebês
O sapo não lava o pé
O SAPO NÃO LAVA O PÉ
- Os bebês gostam da música e ritmo. Quando ainda estão na barriga da mãe, sentem o ritmo do coração e ouvem os sons do sangue movendo-se pelo corpo.
- Pegue duas baquetas (ou duas colheres de pau) e bata uma na outra ao cantar "o sapo não lava o pé".
- Use as baquetas delicadamente e aumete o tom de vóz e das batidas ao chegar à palavra final de cada verso. Logo o bebê vai começar a esperar pelo som mais alto.
- ajude seus bebê a segurar as baquetas. Cante a música enquanto ele está com as baquetas na mão:
O sapo não lava o PÉ
Ela mora lá na LAGOA
Não lava o pé porque não QUER
Mas que CHULÉ
O QUE DIZ A PESQUISA CEREBRAL
Expor o bebê á música "ativa" circuitos nervosos no cérebro.
Marcadores: berçário
Como realmente as crianças aprendem a falar
Como Realmente as Crianças Aprendem a Falar |
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Como os Bebês Realmente Aprendem a Falar:Você certamente já ouviu que, quando estão aprendendo, crianças são como esponjas; Eles absorvem tudo. Mais ainda, aprendem através da imitação! Não há como ser de outra forma; só podemos aprender imitando!
Nas primeiras seis semanas de um bebê, ela começará a reconhecer quem é sua mãe; será estimulada pelos sons mais altos e audíveis, e escutará as vozes das pessoas mais próximas.
Durante os três primeiros meses de uma criança, ela aprenderá a sorrir; mostrará interesse pelas coisas à sua volta, se divertirá observando o rosto das pessoas, e começará a acompanhar o movimento de coisas ou pessoas com seus olhos.
Assim não é surpresa, que os bebês aprendam os fundamentos da linguagem durante seus primeiros nove meses; mesmo que eles não falem palavra alguma.
A Atividade a seguir, é um bom exemplo de como você pode ajudar seu bebê a desenvolver as bases elementares da linguagem.
Esconde-esconde na BanheiraComo vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.
Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.
"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"
Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada.
Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela.
Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele.
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você."
Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria.
Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória... ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória."
Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o.
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?"
Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa."
Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?"
Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma:
- Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa.
- Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome.
- Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
- Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho;
- Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar;
- Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!"
- Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo.
Autor:
Site de Dicas
27 de setembro de 2011
ATIVIDADES FOLCLÓRICAS NA EMEI BRASILIANO
Durante o mês de agosto, foram realizadas na EMEI Brasiliano atividades referentes ao folclore.
Cada dia da semana, cada professora apresentou um trabalho com sua turma para os demais integrantes da EMEI.
Os trabalhos foram muito interessantes e diversificados., ressaltando aspectos referentes a comemoração em questão.Após a apresentação, cada professora interagiu com as demais crianças, incentivando-as a participação das atividades propostas.
Entre as atividades aplicadas citam-se:
_músicas;
_danças;
_comidas típicas;
_brincadeiras;
_desenhos;
_pinturas..
Relmente, foi um mês repleto de novidades onde as crianças demonstraram interesse e curiosidade, participando ativamente das atividades..
Sandra Rodrigues da Silva.
Cada dia da semana, cada professora apresentou um trabalho com sua turma para os demais integrantes da EMEI.
Os trabalhos foram muito interessantes e diversificados., ressaltando aspectos referentes a comemoração em questão.Após a apresentação, cada professora interagiu com as demais crianças, incentivando-as a participação das atividades propostas.
Entre as atividades aplicadas citam-se:
_músicas;
_danças;
_comidas típicas;
_brincadeiras;
_desenhos;
_pinturas..
Relmente, foi um mês repleto de novidades onde as crianças demonstraram interesse e curiosidade, participando ativamente das atividades..
Sandra Rodrigues da Silva.
Semana Farroupilha na E.M.E.I.
Na semana farroupilha foi realizada uma tarde festiva em prol da importância que o 20 de setembro tem para nós gaúchos.
Neste evento as crianças tiveram a oportunidade deconhecer um pouco das tradições gaúchas,como o chimarrão,o hino rio grandense,cavalgadas e os bailes de C.T.G. .
Brincaram e se divertiram muito. Foi muito prazeroso e também proveitoso pois brincando tiveram acesso à uma das tradições mais bonitas de todo o mundo !
CONTOS HISTÓRICOS DO RS
MATEADA.
HINO RIO GRANDENSE.
Neste evento as crianças tiveram a oportunidade deconhecer um pouco das tradições gaúchas,como o chimarrão,o hino rio grandense,cavalgadas e os bailes de C.T.G. .
Brincaram e se divertiram muito. Foi muito prazeroso e também proveitoso pois brincando tiveram acesso à uma das tradições mais bonitas de todo o mundo !
CONTOS HISTÓRICOS DO RS
MATEADA.
HINO RIO GRANDENSE.
BAILANTA !
26 de setembro de 2011
O que é identidade e autonomia?

Reconhecer a própria imagem é um dos passos para a construção da identidade
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, identidade remete à ideia de distinção. Diz o documento: "é uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, de modos de agir, de pensar e da história pessoal".
Construir a identidade implica conhecer os próprios gostos e preferências e dominar habilidades e limites, sempre levando em conta a cultura, a sociedade, o ambiente e as pessoas com quem se convive. Esse autoconhecimento começa no início da vida e segue até o seu fim, mas é fundamental que alguns conhecimentos sejam adquiridos ainda na creche.
Assim que nasce, o bebê permanece um bom tempo em fusão com a mãe. Isso significa que ele ainda não é capaz de reconhecer os próprios limites e os limites do outro. Por isso, o desenvolvimento da criança nos primeiros anos de vida está intimamente ligado a experiências de frustração - no jargão freudiano (leia mais sobre Sigmund Freud) - pelas quais terá de passar para compreender-se como um ser único em meio a outros seres igualmente singulares, ou seja, um ser com identidade própria.
O cerne da construção da identidade está nas pessoas com as quais a criança estabelece vínculos. A família é o primeiro canal de socialização. Em seguida, e tão importante quanto, está a escola.
Autonomia
A autonomia, segundo o mesmo referencial curricular é "a capacidade de se conduzir e de tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, a perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro". Mais do que autocuidado - saber vestir-se, alimentar-se, escovar os dentes ou calçar os sapatos -, ter autonomia significa ter vontade própria e ser competente para atuar no mundo em que vive. É na creche que a criança conquista suas primeiras aprendizagens - adquire a linguagem, aprende a andar, forma o pensamento simbólico e se torna um ser sociável.
A especificidade do trabalho na creche
Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem. O objetivo é que eles se identifiquem como seres únicos, com corpo, hábitos e preferências próprias. Ao mesmo tempo, é desejável que os bebês ganhem independência progressiva para tanto para realizar ações cotidianas, como brincar e se expressar por meio da linguagem, quanto para o cuidado com a higiene e a alimentação. O caminho privilegiado para conseguir esse desenvolvimento são as atividades de interação, que possibilitam a criação de vínculos afetivos e o aprendizado das regras para a vida em sociedade
O que é identidade e autonomia? O que trabalhar?
Regras e hábitos
Ações de autocuidado e de formação de vínculos são o cerne do trabalho
Nas atividades em grupo, os bebês começam a aprender regras de convivência
Na fase de controle dos esfíncteres, por exemplo, é importante que a criança sinta-se incomodada com a presença de urina e fezes. Isso vai ajudá-la a, aos poucos, a abandonar a fralda e passar ao uso do penico e do vaso sanitário, o que acontece por volta dos 2 anos de idade.
A maior independência da criança passa, ainda, pelo domínio de ações de autocuidado - como ajudar o adulto a vesti-la (entre 2 e 3 anos) ou fazer a higiene das mãos, com ajuda. Mas a incorporação desses hábitos é gradativa e precisa ser devidamente estimulada por você na creche. Vale lembrar que o desenvolvimento das crianças não deve ser equiparado. Cada um tem o seu ritmo e deve ser observado como um ser único e competente para ser autônomo.
Os estudos de Piaget mostram que a criança não raciocina como os adultos e que a inserção de regras, valores e símbolos se dá gradualmente, até que se alcance a maturidade psicológica. Para ele, nos primeiros anos de vida, os pequenos conferem legitimidade a regras e valores determinados pelos adultos, já que mantêm vínculos afetivos com eles - especialmente pais e educadores. Apenas quando domina a chamada moral autônoma é que a criança tem maturidade para compartilhar regras e discuti-las com o grupo, levando em conta o próprio ponto de vista e as opiniões dos colegas.
Ao longo da rotina na creche encoraje a criança a realizar pequenas ações individuais e estimule os momentos de socialização com os colegas. Explique cada uma das ações de cuidado e valorize quando a criança conseguir expressar preferências ou desejos - seja por meio de gestos, do choro ou de palavras. Vale, também, demonstrar insatisfação quando a criança tomar uma atitude que destoe das regras estabelecidas para o grupo. A comunicação com diferentes parceiros é mais um ponto importante a ser trabalhado no desenvolvimento dos pequenos.
IMAGEM CORPORAL.
Espelho é elemento chave para a construção progressiva do "eu"

Exercícios em frente ao espelho ajudam os bebês a reconhecer a própria imagem
Um dos estágios mais importantes no desenvolvimento de qualquer pessoa é o que o psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981) denominou como estádio do espelho ("estádio", no caso, é sinônimo de fase ou período). Até mais ou menos os seis meses de vida, o bebê sente-se como parte de um corpo fragmentado - completado por sua mãe. Na medida em que cresce, adquire maior mobilidade, sofre intervenções do ambiente e deixa de ser amamentado, o bebê começa a perceber-se como um ser distinto. Quando colocado em frente a um espelho, ele progressivamente reconhece a imagem refletida de seu corpo e é a partir dessa experiência que o "eu" começa a ser construído.
Espelhos, portanto, são elementos imprescindíveis para a construção da identidade e devem estar em todas as salas na creche. Eles ajudam as crianças a ter consciência dos limites do próprio corpo e a observar os próprios movimentos, diferenciando-se dos colegas e do ambiente. Mantenha-os baixos, na altura dos pequenos, e ofereça oportunidades para que eles façam caretas, dancem, comparem imagens e realizem desafios corporais em frente ao espelho.
Para os bebês também é possível imprimir cartazes com as fotos dos pequenos e colar no chão - já que eles engatinham - ou nos berços. Todas essas oportunidades de exploração vão ajudá-los a manter o contato com a própria imagem e a identificar a figura do outro.
Experiências que envolvam música e sensações também são bem-vindas, assim como as ações de cuidado com os bebês. Tomar banho, ser trocado ou mamar, por exemplo, são atividades essenciais para o reconhecimento de si e o estabelecimento de vínculos com o outro. À medida que percebe seu corpo separado do corpo do outro, a criança consegue organizar as próprias emoções e ampliar seu repertório e seus conhecimentos sobre o mundo que a cerca.
PEQUENAS AÇÕES DO COTIDIANO.
Permita que os bebês tentem se vestir, lavar as mãos, guardar brinquedos...

Conferir pequenas responsabilidades à criança contribui para que seja cada dia mais autônoma
Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, "o exercício da cidadania é um processo que se inicia desde a infância, quando se oferecem às crianças oportunidades de escolha e de autogoverno".
A capacidade de fazer escolhas é aprimorada na medida em que a criança amplia seus recursos - movimenta-se melhor, se expressa com mais habilidade - e tem oportunidade para colocar a autonomia em prática. Se você centralizar todas as decisões, pode impedir o desenvolvimento dos pequenos nas aprendizagens relacionadas à identidade e à autonomia.
Além das ações de cuidado (descritas nos itens 3.6 e 3.7 deste roteiro), é fundamental que, desde os primeiros anos de vida as crianças possam realizar pequenas ações. Os brinquedos e objetos precisam estar à disposição dos pequenos e ao alcance deles - seja em caixas ou em prateleiras baixas, organizadas nos cantos da creche. As crianças também precisam ser convocadas a ajudar nas atividades do grupo - cada uma com sua função.
As situações de ajuda entre as crianças são momentos igualmente importantes para o desenvolvimento da autonomia. Mesmo que os pequenos ainda não consigam finalizar algumas tarefas, sugira que uma criança ajude a outra a vestir-se, que ela segure a própria mamadeira, lave as mãos, ou ainda que guarde determinado objeto, por exemplo.
Comunicação
Interação com adultos e colegas é fundamental na inserção cultural
Desde que nascem os bebês se orientam pelo outro e criam vínculos afetivos com as pessoas que lhes garantem a satisfação das necessidades básicas - alimentação, descanso, higiene etc. É o adulto quem possibilita que a criança gradativamente tome conhecimento de si, tenha acesso ao mundo e seja inserida na cultura.
A identidade e a autonomia só serão alcançadas pelos bebês se eles forem submetidos a situações diversas de interação com o meio em que vivem. Isso implica se relacionar com adultos - pais, professores e funcionários da creche -, com colegas e com crianças mais velhas e mais novas. A comunicação envolve a exploração de situações e de ambientes, a observação das ações do outro e a expressão de desejos ou insatisfações por meio da linguagem corporal.
O êxito do processo de acolhimento das crianças na creche depende de uma boa comunicação entre bebê e educador. Desde o berçário, é fundamental observar se a criança responde a estímulos com gestos, sorrisos, choro, movimentos ou brincadeiras. Ao experimentar um novo alimento, por exemplo, ele demonstra alguma preferência? Faz uma careta ou abre a boca para receber mais uma colherada? E nas brincadeiras com os colegas ou nas atividades com música? O bebê reconhece quem é diferente dele? Movimenta-se conforme o ritmo?
Manter uma boa comunicação é um processo anterior à aquisição da linguagem verbal - que se dá depois do primeiro ano de vida. Os momentos de interação social permitem aos pequenos inserir-se na linguagem. Através dos significados que lhes são atribuídos pelos adultos - essa criança é mais 'tranquila' ou mais 'esperta', por exemplo - eles constroem a própria identidade e reforçam o processo de diferenciação entre o "eu" e o "outro".
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/roteiro-didatico-identidade-autonomia-creche-634707.shtml?page=3.3

Mesmo antes de falar, os bebês encontram formas eficientes para se comunicar
A identidade e a autonomia só serão alcançadas pelos bebês se eles forem submetidos a situações diversas de interação com o meio em que vivem. Isso implica se relacionar com adultos - pais, professores e funcionários da creche -, com colegas e com crianças mais velhas e mais novas. A comunicação envolve a exploração de situações e de ambientes, a observação das ações do outro e a expressão de desejos ou insatisfações por meio da linguagem corporal.
O êxito do processo de acolhimento das crianças na creche depende de uma boa comunicação entre bebê e educador. Desde o berçário, é fundamental observar se a criança responde a estímulos com gestos, sorrisos, choro, movimentos ou brincadeiras. Ao experimentar um novo alimento, por exemplo, ele demonstra alguma preferência? Faz uma careta ou abre a boca para receber mais uma colherada? E nas brincadeiras com os colegas ou nas atividades com música? O bebê reconhece quem é diferente dele? Movimenta-se conforme o ritmo?
Manter uma boa comunicação é um processo anterior à aquisição da linguagem verbal - que se dá depois do primeiro ano de vida. Os momentos de interação social permitem aos pequenos inserir-se na linguagem. Através dos significados que lhes são atribuídos pelos adultos - essa criança é mais 'tranquila' ou mais 'esperta', por exemplo - eles constroem a própria identidade e reforçam o processo de diferenciação entre o "eu" e o "outro".
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/roteiro-didatico-identidade-autonomia-creche-634707.shtml?page=3.3
18 de setembro de 2011
17 de setembro de 2011
Desde 1996 com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), a
De acordo com a Lei, a educação infantil deve ser oferecida em creches para as crianças de 0 a 3 anos, e em pré-escolas para as crianças de 4 e 5anos. Porém ela não é obrigatória. Dessa forma, a implantação de Centros de Educação Infantil é facultativa, e de responsabilidade dos municípios.
Diferente dos demais níveis da educação, a educação infantil não tem currículo formal. Desde 1998 segue o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, um documento equivalente aos Parâmetros Curriculares Nacionais que embasa os demais segmentos da educação Básica.
Não cabe à educação infantil alfabetizar a criança. Nessa fase ela não tem maturidade neural para isso, salvo os casos em que a alfabetização é espontânea.
O objetivo é o de desenvolver algumas capacidades, como: ampliar relações sociais na interação com outras crianças e adultos, conhecer seu próprio corpo, brincar e se expressar das mais variadas formas, utilizar diferentes linguagens para se comunicar, entre outros.
Alguns aspectos previstos nos Referenciais para adequar as escolas de educação infantil às necessidades das crianças são desconhecidos da maioria dos pais, tais como: As escolas devem ter duas cozinhas, uma para as crianças de 0 a 3 anos e outra para crianças de 4 e 5 anos, o espaço físico deve ser de 2 m² por criança em sala, e inclusive deve ter fraldário e lactário independentes da sala de aula.
A ênfase da educação infantil é ESTIMULAR as diferentes áreas de desenvolvimento da criança, aguçar sua curiosidade, sendo que, para isso, é imprescindível que a criança esteja feliz no espaço escolar.
fonte : http://www.infoescola.com/educacao/educacao-infantil/
fonte : http://www.infoescola.com/educacao/educacao-infantil/
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